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Transformação da cultura de segurança em uma empresa global de energia

Published: 2021

A empresa é uma companhia global de geração, transmissão e distribuição de energia atuante em dezenas de países da Europa, América e Ásia. No Brasil, possui mais de 8.000 colaboradores entre diretos e terceirizados, distribuídos nas operações de Distribuição, Geração, Transmissão e Comercialização de energia. Na Distribuição, opera em dois estados brasileiros. Na Geração, opera em seis usinas hidrelétricas e uma usina termelétrica, além de atuar na geração solar e em soluções de eficiência energética. Também está construindo diversas linhas de transmissão em várias regiões do país.

Desafio

A Empresa apresentou avanços significativos na sua gestão e desempenho de segurança nos últimos anos, com maior engajamento com o tema em todos os níveis da organização. No entanto, ainda aconteciam acidentes graves e fatais. Além disso, predominava uma cultura de reação, onde “se tem acidente, a equipe reage rapidamente e melhora” e depois volta sua atenção para outras prioridades.

“Nos últimos anos, temos feito um caminho muito interessante, produtivo e favorável na área de segurança, reduzindo acidentes, taxa de gravidade, e taxa de frequência. Tudo isso vai no sentido certo, mas a verdade é que ainda não estamos no ponto em que nós queremos. O que nós queremos é ter zero acidentes.”

CEO da Empresa no Brasil

DSS conduziu uma avaliação da cultura e práticas de gestão de segurança em todas as unidades de negócio da Empresa, com avaliação das práticas atuais de gestão de segurança, identificando e priorizando as áreas que uma Pesquisa de Percepção de Segurança indicou sobre a maturidade da cultura de segurança da empresa.

A DSS identificou temas críticos que vinham contribuindo para o acontecimento de incidentes de alto potencial, como:

  • Baixo foco na Gestão de Riscos Críticos, baixa disciplina operacional dos colaboradores e terceiros em seguir procedimentos e instruções de trabalho;
  • Comportamento da liderança desalinhado em todos os níveis;
  • Circulação em serviço (“Driving Safety”) aquém do esperado pela organização;
  • Baixa Percepção de Riscos;
  • Oportunidades de melhoria na definição de requisitos corporativos.